Governador Fernando Gabeira (43) e Deputado Estadual Pedro Paulo (43205)
A educação deveria ser prioridade em qualquer governo. É através da educação que o indivíduo descobre vocações, aprimora seus talentos e se habilita a traçar o seu particular destino no mundo. É pela educação que as pessoas podem melhorar de vida. A política do governo Fernando Gabeira para a educação tem as seguintes prioridades: concluir o processo de municipalização do ensino fundamental; melhorar a qualidade do ensino ministrado no nível médio; melhorar a qualidade da escola, incorporando os avanços tecnológicos e capacitando-a para ser alicerce da sociedade do conhecimento; mudar e ampliar o ensino técnico e profissional; e melhorar as condições de trabalho e a formação do nosso professorado.
Vamos concluir a municipalização do ensino fundamental. O modelo de educação do no nosso país, no âmbito da escola pública, reserva aos municípios a responsabilidade pelo ensino fundamental, e, aos estados, a do ensino médio. No Rio de janeiro, no entanto, parte significativa da educação das nossas crianças está a cargo da esfera estadual. Segundo estatísticas da Secretaria Estadual de Educação, cerca de 40% dos alunos matriculados na rede cursam o ensino fundamental. A distorção se explica, ao menos em parte, pelo uso político que os governos fazem das escolas. A nomeação de diretores e para cargos nas coordenadorias regionais da Secretaria de Educação quase sempre obedece a critérios político-partidários.
Os alunos da rede estadual de educação funcionam como moeda de troca entre o executivo estadual e os políticos que o apóiam. No governo Fernando Gabeira essa prática política anacrônica e clientelística vai acabar. Caberá ao governo do estado zelar para que essa transição se processe de acordo com as possibilidades financeiras dos municípios.
O governo dará a atenção necessária à formação dos nossos professores e às suas justas reivindicações por melhores salários. As escolas normais do nosso estado, e o Instituto Superior de Educação do Estado do Rio de Janeiro, terão a oportunidade de formular projetos para aprimorar a formação continuada dos professores. O governo, por sua vez, deve estimular e incentivar o esforço de aprimoramento e qualificação de nossos mestres. A remuneração do nosso magistério precisa melhorar e situar-se, ao menos, no mesmo patamar da praticada em Minas Gerais e São Paulo.
Precisamos também capacitar as nossas escolas a fazer uso de todas as ferramentas criadas pela revolução tecnológica das últimas décadas. Não basta uma sala de aula reservada a alguns computadores ligados na Internet. Os computadores devem ir para as salas e rodar softwares educacionais produzidos por universidades brasileiras e estrangeiras. Nosso governo vai começar a implantar essa nova escola.
O ensino técnico e profissionalizante será reformulado e ampliado. Hoje em dia ele atende a uma parcela muito pequena dos nossos alunos e não cumpre bem sua função de qualificar os indivíduos para o mercado de trabalho. Podemos fazer mais para facilitar o aceso de nossos ao emprego formal, inclusive oferecendo cursos técnicos diferenciados conforme as vocações econômicas das diversas regiões de nosso estado. A Fundação de Apoio à Escola Técnica do Rio de Janeiro terá um papel muito importante nessa mudança.
O governo do estado é responsável ainda por três universidades – Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Universidade Estadual do Norte Fluminense e a Fundação Centro Universitário Estadual da Zona Oeste -, nas quais estudam quase 30 mil alunos e trabalham mais de 2 mil professores. Trata-se de um patrimônio importante em ensino, pesquisa e extensão, de interesse estratégico para nosso estado. Como os governos nunca priorizam a educação, nossas instituições de ensino superior estão sempre em dificuldade. Isso também nós vamos mudar, pois a economia do Rio de Janeiro não poderá viver para sempre na dependência petróleo e o papel do desenvolvimento científico e tecnológico é estratégico. Por isso, também a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro terá um papel de destaque no governo Fernando Gabeira.

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